Demons
Parte 1
Meu nome é Gabrielle, mas normalmente me chamam de Gabi, e os mais íntimos de Estelar. Eu tenho 6 anos e agora estou indo vender biscoitos com meu melhor amigo, o Thomas, que também tem 6 anos e eu chamo de Tommy. Ele é meu colega de classe e me ajuda pra caramba nos estudos.
Nós paramos em uma casa e batemos na porta. Quando atenderam nós dois falamos juntos:
—Olá! Gostaria de comprar alguns biscoitos?
Uma moça muito linda falou:
—Claro, por que não? Mas com uma condição.
Eu falei:
—Qual?
—Eu quero que você, menininha, entre aqui e eu vou te ensinar a fazer um jantar. Já o menininho pode entrar para ficar assistindo TV com meu filho.
O Tommy disse sussurrando para mim:
—Não aceita Estelar. Isso não está me cheirando bem.
Eu disse sussurrando para ele:
—Eu não vejo nenhum problema.
Depois eu disse em voz alta:
—Claro.
Ela disse animada:
—Ah, que ótimo. Entre por favor.
O Tommy resmungou baixinho:
—Teimosa.
Eu e ele entramos e a moça me levou até a cozinha e deixou Tommy sentado na sala assistindo TV com o filho dela. Ela me explicou tudinho e eu fiz um jantar que parecia estar bom. Ela disse:
—Eu vou arrumar a mesa para eu e meu marido comermos. Você pode fazer um suco para nós?
—Pode ser.
A moça me deu um pacotinho que tinha uma caveira na frente e foi arrumar a mesa. Eu fiz o suco e depois eu fui a cozinha e servi eles. Quando eu fui servir o menino a moça disse:
—Drew, não toma, você sabe que não te faz bem.
—Aff, mãe.
Eu não coloquei o suco para ele. Depois eu disse:
—Eu vou indo, tenho que vender mais biscoitos, adeus.
A moça disse:
—Espere menininha, pegue esta cartinha e só abra quando bem entender.
—Meu nome é Gabrielle.
Peguei a carta e saí com o Tommy mas fiquei olhando pela janela porque eu estava muito curiosa, eu queria saber se o homem e a mulher iam gostar de minha comida. Depois de alguns minutos a mulher caiu da cadeira e o homem também. O menino ficou olhando para os pais dele e depois começou a chorar. Ele me viu na janela, veio em meu encontro e ficou dizendo:
—Eu vou me vingar, vou me vingar de vocês —chorando.
Eu e Tommy saímos correndo e depois de 1 dia, eu fiquei sabendo que o homem e a moça morreram por causa de veneno. Aquele pacotinho que a mulher me dera não era suco, era veneno. Eu chorei e nunca mais me esqueci disso. Mas eu fiquei pensando... por que aquela moça bonita me dera veneno, e não suco?
Depois de 7 anos, o Tommy saiu da cidade, meus pais divorciaram e minha mãe foi adotar um filho e adotou o Drew, que já tinha 15 anos. Eu o reconheci na hora, porque ele não mudara nada, mas ele não me reconheceu. Aquele garotinho da família que eu matei. Eu peguei a carta que guardei em uma gaveta e fiquei encarando. Eu sabia que ainda não era a hora de abri-la, então coloquei na gaveta novamente e tranquei. O que eu não sabia... era que aquilo que aconteceu, era apenas o começo de uma longa história...
-Gabi
Continuo? Aqui está meu Twitter e aqui está a página oficial do blog no facebook ;)
Parte 1
Meu nome é Gabrielle, mas normalmente me chamam de Gabi, e os mais íntimos de Estelar. Eu tenho 6 anos e agora estou indo vender biscoitos com meu melhor amigo, o Thomas, que também tem 6 anos e eu chamo de Tommy. Ele é meu colega de classe e me ajuda pra caramba nos estudos.
Nós paramos em uma casa e batemos na porta. Quando atenderam nós dois falamos juntos:
—Olá! Gostaria de comprar alguns biscoitos?
Uma moça muito linda falou:
—Claro, por que não? Mas com uma condição.
Eu falei:
—Qual?
—Eu quero que você, menininha, entre aqui e eu vou te ensinar a fazer um jantar. Já o menininho pode entrar para ficar assistindo TV com meu filho.
O Tommy disse sussurrando para mim:
—Não aceita Estelar. Isso não está me cheirando bem.
Eu disse sussurrando para ele:
—Eu não vejo nenhum problema.
Depois eu disse em voz alta:
—Claro.
Ela disse animada:
—Ah, que ótimo. Entre por favor.
O Tommy resmungou baixinho:
—Teimosa.
Eu e ele entramos e a moça me levou até a cozinha e deixou Tommy sentado na sala assistindo TV com o filho dela. Ela me explicou tudinho e eu fiz um jantar que parecia estar bom. Ela disse:
—Eu vou arrumar a mesa para eu e meu marido comermos. Você pode fazer um suco para nós?
—Pode ser.
A moça me deu um pacotinho que tinha uma caveira na frente e foi arrumar a mesa. Eu fiz o suco e depois eu fui a cozinha e servi eles. Quando eu fui servir o menino a moça disse:
—Drew, não toma, você sabe que não te faz bem.
—Aff, mãe.
Eu não coloquei o suco para ele. Depois eu disse:
—Eu vou indo, tenho que vender mais biscoitos, adeus.
A moça disse:
—Espere menininha, pegue esta cartinha e só abra quando bem entender.
—Meu nome é Gabrielle.
Peguei a carta e saí com o Tommy mas fiquei olhando pela janela porque eu estava muito curiosa, eu queria saber se o homem e a mulher iam gostar de minha comida. Depois de alguns minutos a mulher caiu da cadeira e o homem também. O menino ficou olhando para os pais dele e depois começou a chorar. Ele me viu na janela, veio em meu encontro e ficou dizendo:
—Eu vou me vingar, vou me vingar de vocês —chorando.
Eu e Tommy saímos correndo e depois de 1 dia, eu fiquei sabendo que o homem e a moça morreram por causa de veneno. Aquele pacotinho que a mulher me dera não era suco, era veneno. Eu chorei e nunca mais me esqueci disso. Mas eu fiquei pensando... por que aquela moça bonita me dera veneno, e não suco?
Depois de 7 anos, o Tommy saiu da cidade, meus pais divorciaram e minha mãe foi adotar um filho e adotou o Drew, que já tinha 15 anos. Eu o reconheci na hora, porque ele não mudara nada, mas ele não me reconheceu. Aquele garotinho da família que eu matei. Eu peguei a carta que guardei em uma gaveta e fiquei encarando. Eu sabia que ainda não era a hora de abri-la, então coloquei na gaveta novamente e tranquei. O que eu não sabia... era que aquilo que aconteceu, era apenas o começo de uma longa história...
-Gabi
Continuo? Aqui está meu Twitter e aqui está a página oficial do blog no facebook ;)
Nenhum comentário:
Postar um comentário